1 de jul. de 2010

A Ferro e Fogo

Estranho se importar mais com pessoas que conhecemos a pouco tempo do que com pessoas que conhecemos há anos, ou décadas.


E essa "estranheza" não se deve ao fato de tentarmos ter sido diferentes ou, no mínimo, "algo" para esse tipo de pessoa. É simplesmente o fato de estarmos vendo que os mesmos estão seguindo o caminho errado.


Mas mesmo assim tentamos não nos importar. Vamos tratando á ferro e fogo algumas conversas, situações e até momentos, tentando ser o mais oblíquo, agudo e conciso possível para que não mergulhemos de cabeça nesse mar de sentimento, até certo ponto, inútil.


O problema é esse tipo de pessoa colocar a crista de cavalo em seus olhos e achar que agora está com novos princípios de vida. Concordo que depois que saímos de uma prisão sentimental a tendência é abrirmos asas para tudo (ou quase tudo) dentro do possível e imaginável. Algumas pessoas abrem tanto as asas que acabam esbarrando em outras pessoas, invariavelmente e muitas vezes sem se importar com o espaço alheio.


E daí não adianta reclamar. Depois de feito o “passatempo” um dos dois há de se importar mais com o outro. Isso é fato, é natural e é normal. O problema são os dois terem a mesma coerência de pensamento sobre toda essa saga e intenção de ambos.


Como disse um amigo do Bruxo, “existem momentos e momentos” e por mais que os mesmos se cruzam, é muito difícil ambos estarem com a mesma tonalidade, intenção e caminhos semelhantes.


O “Sim” acaba significando realmente sim e o “Não” realmente quer dizer não. Meias-palavras tornam-se meia-hora de reflexão e algumas afirmações fazem a mente girar numa noite inteira de pensamentos.


São nessas horas que compreendemos as palavras e começamos a tratá-las novamente de forma fria, calculista, igual uma máquina (já escrevi sobre isto), mas sem perder a sutileza e leveza da alma.


São nessas horas que começamos a tratar tudo, sejam palavras de forma seca e objetiva e a tratar situações e principalmente pessoas, a Ferro e Fogo.

21 de jun. de 2010

Tinta, papel e rabiscos.

Olhando pela janela entre os chuviscos,
Acabo me perdendo em suas palavras,
Tinta, papel e rabiscos.

O mesmo papel que derretia com lágrimas,
Esvairia a esperança de algo diferente.
Cansado do normal, de nós, da gente

Ao invés de me perder na vida,
Me perdi entre nossas vozes e sons.
Coração machucado, aberta da ferida.

No passado longe ou presente constante,
No ar e coração o futuro é sempre o amor,
Mas na memória e passado prevalece a dor.

E o tempo não perdoa, sempre magoa,
Palavras ao ar e ouvido distante,
Voz ecoando quase sempre a toa.

Dou o último tiro sabendo dos riscos,
Sei que é em vão como a deriva na proa,
Entre tinta, papel e rabiscos.

6 de jun. de 2010

The midnight dreams come true.

Esse poeminha foi feito sem nenhuma revisão, na hora e de forma instintiva. Provavelmente os milhões de leitores encontrarão alguns (ou vários) erros de ortografia e/ou concordância inglesa.

Mas sinceramente, não ligo.



The midnight dreams come true,
and I start to think how much from me you´re far.
Thinking in you I laught alone, so fool,
the sky shinning all the time with our stars.

For a moment, I cry like a child,
so indefense, but dreaming.
Walking on the streets, so wilde,
I´ll never forget this feeling.

I tried to find clouds in the sky,
for a moment my soul are so crue.
Our smiles so true and shy,
I believe the midnight dreams come true.

Two souls together, a fairytale.
But my heart was so hard, like a stone.
I always think on the people with fail,
I almost became a man who walks alone

To me you try to be comprehensive,
and I remember when you was talking.
The breaths in our skins are so intensive,
with our magic I still dreaming.

I don´t know if this is love or just crazy,
again I look to the sky and ask to the moon.
This can be real or a simple fantasy,
I just believe the Midnight dreams come true.

19 de mai. de 2010

O último café da manhã

O despertador tocou as 7:20 horas, como dias atrás.

A única obrigação daquele rapaz era aquela, mais nenhuma. Nas semanas atrás e naquele momento não havia emprego, estudos, tão pouco obrigações, pelo contrário. Seus dias eram cada vez mais diferentes, longos e até certo ponto, inexplicáveis.

Mas ele tinha aquela única obrigação matinal, o que não era nenhum martírio. E tinha total noção, sem mostrar nenhum rancor ou alívio, que aquele seria seu último dia.

Se levantou rapidamente, tomou uma ducha rápida, colocou uma roupa descente e arrumou sua cama. Olhou pela janela do seu quarto e viu, lá de cima do sobrado a linha de trem que ligava a pequena cidade de Liederbach a grande metrópole Frankfurt junto com a imensidão daqueles campos de diversas plantações. O dia estava cinzento e ameno novamente. Em outros dias atrás ele acharia que estaria um frio ímpar, mas se acostumou rápido com aquele ambiente.

Foi direto à cozinha. A mesma estava impecavelmente arrumada. Tudo no seu devido lugar, com um papel de parede de flores amarelas, todos os utensílios de cozinha arrumados e o aroma de limpeza era absurdamente nítida. A chaleira começava a assobiar e imediatamente o rapaz se sentou a mesa com variedades mil para se tomar um café da manhã, mas tudo coisa simples. A riqueza de detalhes em uma simples mesa era fascinante. E mais fascinante ainda era o calendário com os meses de Abril e Maio na outra parede com todos os afazeres anotados metodicamente.

As observações do rapaz foram interrompidas pelo senhor alemão entrando pela porta da cozinha. O nome dele era Heinz. Tinha exatos 92 anos e uma lucidez e vitalidade alucinantes. Herr Heinz era tão ativo que sua destreza em servir a água quente no café do rapaz era igual de um homem de meia-idade.

O rapaz adorava tudo aquilo. Dificilmente alguém lhe servira café nos últimos tempos, alem da rotina paulistana que habitava seu dia-a-dia. Mas o café, os pães alemães e os diversos queijos que estavam na mesa eram mero detalhe para ele. A conversa de Herr Heinz era muito mais interessante do que tudo aquilo, dependendo, mais interessante do que o resto do dia.

O diálogo entre os dois era interessante. Uma mistura dos idiomas inglês e alemão, além de mímicas e adivinhações. Mas nada, absolutamente nada ficava sem ser entendido. Tudo era compreendido podendo demorar minutos para entendimento de apenas uma única palavra que dava sentido a conversa toda. Tudo era feito de forma paciente e com vontade de ouvir e falar de ambos.

Nas manhãs anteriores, Herr Heinz contou histórias mais do que interessantes. Havia contato seus negócios com os turcos e os italianos no bairro de Höchst, a construção de sua casa, os empregados croatas e poloneses ilegais que tinha nos tempos da guerra fria, a morte de seu irmão ao seu lado e seus projetos de engenharia e esconderijos suspeitos na Segunda Guerra Mundial e até sua curta carreira de jogador de Futebol na década de 30.

Mas naquela última manhã a história era diferente. Herr Heinz tomava ar para começar a falar e pausava. Através da janela olhava para o horizonte, pensativo. Tomava ar de novo e parava novamente, como se estivesse prestes a se arrepender do que fosse contar ou pronto á fazer uma confissão. O rapaz mal conseguia tomar seu café de tamanha apreensão e quase deixou derramar a xícara de café observando Herr Heinz de costas á ele, de frente a janela e fogão e olhando a paisagem cinzenta que acalentava aquela manhã.

Herr Heinz, em alemão e sem se importar se o rapaz fosse entender ou não, começou a falar da vida, propriamente dita. O rapaz ficou mais curioso ainda, afinal, um homem de 92 anos sabia como pouquíssimos o significado da mesma. Dizia que nada daquilo tinha mais valor à ele, apontando pela janela para um pequeno prédio que lhe pertencia. Dizia que seu único filho e suas netas não lhe davam atenção suficientes devido as suas atitudes azedas com eles em seus tempos de altivez e jovialidade. Dizia que se importava menos com o sol nascente, com a noite estrelada, com um sorriso de uma criança e com seu passado nebuloso e glorioso. Dizia, com uma lágrima escorrendo sua pele branca e envelhecida, que jamais alguém quis conversar com ele nos últimos 10 anos e segundo ele mesmo disse, com razão. Disse, com a voz trêmula, que aprendeu a ouvir as pessoas graças ao rapaz e aprendeu a falar menos, apenas o necessário, salvo alguma boa conversa. Disse que se tivesse aprendido isso há 50 anos atrás talvez tivesse mais amigos, mais gente ao seu redor e sua família não olhasse para ele com tanto rancor. E disse em voz lenta num bom alemão que até o jovem conseguiu compreender, que ele era o único amigo que talvez entendera toda a sua história, com o coração aberto e limpo, sem rancor ou preconceito, apenas adorando o ato de ouvir. Disse que talvez pudesse morrer em paz.

Naquele instante, o rapaz ficou petrificado. O café não descia mais e o pão ficou imóvel no prato. Seus olhos desciam pelas paredes procurando algum raciocínio, olhando alguma esperança nas palavras que acabara de ouvir e tentando entender tudo aquilo. O máximo que ele conseguiu falar foi um "Vielle Danke" olhando nos olhos de Herr Heinz, sem piscar, reagir ou fazer algum movimento brusco. O rapaz ainda tentou falar algo mais, mas nada saiu. As palavras simplesmente ficaram na mente e ele engasgava tentando emiti-las.

Aquele tinha sido o último café da manhã juntos. Dois dias depois o rapaz voltou á sua terra. Durante a viagem no avião ele lembrava de tudo que tinha passado nesses meses fora de seu país, nas conversas com pessoas de diferentes regiões, sotaques e costumes.

Mas a conversa que mais vinha a cabeça dele era, sem dúvida, o último café da manhã com Herr Heinz.

Após duas semanas em sua terra, o rapaz recebe um e-mail de seu parente vivendo no outro lado do oceano dizendo que Herr Heinz havia sido internado com infecção generalizada e que dificilmente conseguiria escapar da morte.

Na semana seguinte ele recebeu outro e-mail do mesmo parente avisando que Herr Heinz havia falecido, que os médicos haviam feito de tudo para tentar salva-lo, mas seu estado era deveras grave,

Naquele momento o rapaz entendeu aquela conversa no último café da manhã com Herr Heinz. Os olhos dele estavam marejados, uma parte pelo sentimento que havia pego de Herr Heinz, mas a maior parte era pela inestimável lição de vida que infelizmente só foi aprender com a morte de uma pessoa.

Em seguida ele limpou seus olhos, desligou seu computador, deu um abraço em sua mãe e foi conversar com seus irmãos sobre o cotidiano da vida.


Ele queria ouvir tudo e todos.

17 de abr. de 2010

O que ela tem que eu não tenho?

O Bruxo ainda tá tentando descobrir, mas ela tem.

Quanto mais discretos tentamos ser, mais chamativos acabamos nos tornando. Muitas vezes essa afirmação não é exceção, e sim regra de fato. Sumimos, desaparecemos, não sentem a nossa falta, mas quando reaparecemos, discretamente e paulatinamente, nos cobram sentimentos e atitudes foram do padrão. Aí a palavra "extrapolação" perde até o sentido pois algumas pessoas tem a pachorra de cobrar algo que não são obrigadas a receber de outras pessoas cuja a dor interior não é recíproca.

Nessas horas a esperança atrapalha, e muito. Chega a confundir memória com coração. Alguns casos a esperança faz com que essas duas coisas se fundem.

Difícil entender o que se passa na cabeça de uma só pessoa, quanto mais dezenas, centenas, milhares. Ainda mais de mulheres.

E para terminar, eis algumas das frases que as corujas trouxeram ao calabouço do Bruxo nestas curtas-longas semana:

"Você é um escroto, se acha a última bolacha do pacote!"

"Tá pensando que você é quem?"

"Foi assim, avassaladora?"

"Mas vc nem me deu uma chance!"

"Ao escolher ela você está jogando sua chance de ser feliz!"

E finalmente...

"O que ela tem que eu não tenho?"

20 de mar. de 2010

Fé

Esse texto foi encontrado num baú cheio de teia de aranha, escrito há algum tempo atrás e ainda nos dias de hoje condiz com alguns pensamentos do Bruxo.


Por mais que magias e consistências físicas cercam nosso redor exterior e interior a Fé faz com que tenhamos indubitável discernimento de aceitar ou não a índole de pessoas estranhas ou conhecidas, novas, senhores e senhoras, amigos e amigas, amores e paixões

Mais calejado que as mãos que escrevem esse texto, está esse coração, tão sofrido de pancadas e chutes chegando ao ponto de se perder a Fé em quase tudo.

Hoje, a única presença calorosa que encontra-se dentro do peito é essa vela acesa nessa noite caótica, fresca, silenciosa e estrelada, igual semanas atrás e apenas com esse pedaço de papel e uma caneta esferográfica azul, segurada de maneira tão simples e frágil mas rabiscando de forma deveras agressiva.

A Fé, que sempre foi a maior companheira e moradora desses muros sentimentalóides, vai-se embora devagarzinho pois cada ano, mês e dia que se passa encontra menos compaixão espiritual, mais arrogância e orgulho e muito mais silêncio alheio. A Fé, que geralmente era o que movia pensamento e pensador, abandonou esse peito porque não encontra mais consciência de amigos, inimigos, amores e pessoas simples e muitas vezes Dele mesmo depois de levar pessoas tão queridas, sem motivos e totalmente de forma injusta.

O corpo tenta não aceitar isso. Tenta manter a Fé dentro dele e cada vez mais se sente cansado mentalmente mesmo mantendo-se disposto fisicamente.

Mas o mundo é feito de injustiça através de pessoas e perguntas graças as suas consciências. As perguntas são o que movem o mundo, e não as respostas. Devido a isso, a Fé teve mais um motivo para abandonar esse mero corpo que um dia gostou de alguém, novamente, de forma incontestável, mas para variar a decepção mergulhou de cabeça nessa piscina sentimental, a mesma piscina que sempre teve espaço para apenas uma pessoa. Aí pergunta-se: Vale a pena? Será que tudo isso é tudo isso? Será que tem correção ou será tudo plágio?

Sim, pessoas plagiam as outras constantemente. As vezes de propósito, as vezes sem querer, mas no fundo somos todos iguais. Todos somos macacos. A Fé, que sabia disso tudo e ignorou desde o início, resolveu dar a cara a tapa e finalmente se importou.

Nem a Rosa que aflorava constantemente esse coração salvou sua persistência. O carnal fala mais alto e o coração fala mais baixo. A Fé tentava dar outros olhos ao coração, mas não tinha como enganar o óbvio.

E a Fé, devagarzinho, foi embora, esvairindo-se desses dedos cansados, desses olhos de vidro muitas vezes marejados, mas jamais foi embora pelas cordas vocais ou neurônios, pelo contrário.

Foi-se embora por todos os pelos e poros. Por pensamentos e instintos e muitas vezes por dores físicas e mentais. Não quis saber. Sem se despedir abandonou esse mero corpo, não frágil fisicamente, mas delicado em relação a outros corpos, irremediavelmente. A Fé deixou tudo isso à francesa, de forma elegante e com total consciência tranqüila, porque sabe que tentou, acreditou, insistiu e lutou. Deixou o corpo ser destruído. O mesmo vendo cada vez menos a deliciosa brancura e pureza dos sonhos, esses cada vez mais longos e intermináveis ao invés de tentar ver a pureza das pessoas. A Fé não queria ser destruída como o corpo está sendo. Preferiu desistir.

Finalmente ela foi embora. A Fé me abandonou.

Finalmente a Fé desistiu.

13 de fev. de 2010

Pluma

No mínimo inusitado e ao mesmo tempo engraçado.

Nossa vida, por mais que tentemos controlar, é incontrolável. Muitas vezes tomamos decisões que mudam radicalmente não só o destino, mas até nossa forma de ser, direta ou indiretamente. Mesmo assim essas decisões, escolhas e planejamentos sofrem algum tipo de desvio cósmico, muitas vezes inexplicável ao ponto de perguntarmos a nós mesmos, e à Ele, se existe algum tipo de intervenção divina em nossas vidas, fazendo que nossos caminhos sejam meros sopros no ar rarefeito, como uma pluma sendo levada pelo vento.

Nossa pluma, tão sensível e delicada, segue sem caminho e fica largada ao relento. Tem pessoas que gostam de viver assim e preferem desse jeito, outras pessoas conseguem guiar essa pluma à algum objetivo, mas ninguém, absolutamente ninguem é dono do destino de fato. Nossos destinos de vida podem até chegarem ao seu objetivo, mas sempre sofrem intervenções inexplicáveis, muitas vezes caminhos opostos e, como um sopro Dele, se desvia até para um caminho melhor, ou pior.

Há 20 anos o país todo passave por uma grande reforma política, social e até comportamental. Finalmente nossos pais podiam votar. Os proletariados tinham mais voz ativa (até demais) e poderíamos sentir o gosto da Democracia, mordernidade estrangeira e contato, de fato, com outros povos e culturas. Tudo era novo. Tudo começou a ficar moderno. E ha exatos 20 anos
minha pluma foi soprada da Ilha da Magia para a paulicéia desvairada. Nada foi planejado, pensado ou estava escrito nas estrelas, pelo contrário. Apenas aconteceu. Na idade infantil cheguei a selva de pedra estranhando quase tudo e estranhando quase nada. O olhar sobre as pessoas era o mesmo, afinal, uma criança olha tudo e todos com a mesma inocência, seja lá onde estiver.

Por um momento parecia que essa viagem era passageira. Alguns costumes, muitas condutas nos e principalmente a educação nos diferem das tribos urbanas, chegando a pensar que não fazemos parte disto aqui. Tentei guiar a plua de volta à minha terra, mas falhei miseravelmente. Na segunda falha aceitei meu destino. Aqui era o meu lugar e nesse lugar viverei por mais aguns anos, décadas, quem sabe? Fato que mesmo me sentido um passageiro fora desse trem conheci pessoas que ficarão encrustradas na minha alma para sempre. Se essa pluma não tivesse sido soprada para fora da Ilha da Magia eu não teria conhecido tamanhas almas generosas. Claro que sempre espetamos a mão em alguns espinhos mas, danem-se. Nada que um curativo trate desses meros arranhões.

Hoje essa pluma está quieta. Não pensa em sair dessa fumaceira e nem desses barulhos infernais que cercam nossa atmosfera 24 horas por dia. Não consegue imaginar se tivesse vivido em outro lugar ou se tivesse conhecido outras pessoas. Pensa-se no futuro, por mais insgtável que seja isso nos dias de hoje.

Por mais que esse Bruxo xingue esse eSPetáculo de cidade e muitas vezes perca a cabeça com ela, agredece, e muito, por ter essa selva de pedra incrustado no seu coração.

Agora, a pluma...

... ainda está presa aqui, mas continuará livre. Muito livre. Apenas os ventos do destino saberão o que fazer com ela.