4 de mar. de 2009

Decisões

Há um ano atrás, fiz coisas que até Deus duvida.

Nem meus pais acreditaram de inicio quando contei.

Tomei decisões que não deveriam ter sido tomadas.

Há um ano atrás coincidentemente abri portas com pessoas inacreditáveis.

Dessas, poucas mantiveram contato.

Dessas, raras eu mantenho amizade.

Há um ano atrás fechei janelas com mais um tunhado de pessoas, que me dói no peito só de imaginar.

Devido ao acontecimento citado por mim anteriormente.

Hoje, estou tomando uma decisão que pode mudar totalmente o rumo da minha vida e, dependendo, de mais pessoas.

Mas são essas decisões que fazem a vida ter graça.

Melhor se arrepender tentanto do que esperar a morte chegar.

28 de fev. de 2009

Será que vc entenderia?

Será que vc entenderia que se eu ficasse ao seu lado,
de nada adiantaria,
te machucaria,
nos magoaria.

Será que vc entenderia que se eu tentasse permancer,
nada iria acontecer,
não haveria o que fazer,
iríamos padecer.

Cedo ou tarde chega o dia, pq há um tempo certo para tudo.
Há um tempo certo para começar e trilhar novos caminhos.
Existe um tempo certo para começar, mas nunca para terminar.
Ou existe para terminar e não para começar?

Será que vc entenderia que esse tempo é fundamental?
Por mais que te faça mal.
Por tudo aquilo banal.
Parece tolo, mas é crucial.

Para mim, para você, para todos.

Será que vc entenderia?

Ou apenas estranharia?




20 de fev. de 2009

Carnaval

Carnaval carnaval...

carnaval...

Como eu odeio quando chega o carnaval.

Essa falsa festa, essa alegria contagiante que só vem nessa data... é esporádico demais.

Porque as pessoas só ficam contentes ou alegres nessa data e não no restante do ano?

Foi-se o tempo que me deixava levar por isso.

2 de fev. de 2009

Difícil de entender

Difícil de entender esse cara chato, que não se apega a nada.

Parece que olha apenas para o próprio umbigo não se interessando pelas pessoas que o cercam.

Nao se apega a quase nenhuma data, fatos, gestos e atitudes.

Difícil conviver com essa pessoa cada vez mais irritante, que sabe ouvir, absorve e não fala nada.

Absolutamente nada.

Como é complicado tentar entender essa pessoa que sente necessidade cada vez maior de ficar sozinho, isolado, só, parado, mas bem.

Em paz.

E porque essa pessoa não muda? Porque continua agindo como se nuvens e sóis girassem ao seu redor a toa?

Vai entender esse sujeito que não liga pra ofensas, tapas, palavras afiadas e permace inerte.

Inerte, feito uma planta. Apenas observa, analisa, absorve e conclui.

Age com frieza, não liga pra aparências, não faz média e muito menos aparenta bom-humor falso.

Difícil de entender, difícil me aceitar...

Mas não mudarei.

26 de jan. de 2009

Concentração

Concentração, concentração....

Está difícil conseguir concentração.

Nos estudos, no trabalho, nas pessoas e as vezes até no sono.

Por mais que se mova montanhas ou seja possível secar rios, não sei se quero focar em meu foco.

Quanto mais olho a luz, mais a mesma fica no fim do túnel. Mais distante, fina, invisível, imperceptível.

Quanto mais fino se torna o feixe, mais perco a concentração.

Dá vontade de desistir.

23 de jan. de 2009

Necessidade ?

Dias atrás passei por uma situação inusitada.

Andando pelo centro da cidade com meu irmão caçula, parei na frente de um mendigo onde o mesmo estava sentado na calçada, atrás de uma banca de jornal na Rua Cásper Líbero. Me agachei em frente dele e dei minha caixinha da prosperidade (se quiser acreditar e entender o que é isso, leia o um dos posts de Setembro de 2008). Eu, ignorante e crente que ele aceitaria, fiquei surpreso com a resposta do mesmo.

Ele recusou, para minha surpresa.

Não sei se ele sabia o que eu estava fazendo. Ele não sabia o que tinha na sacola, se era dinheiro ou outra coisa. O fato é que ele recusou. Não precisou de mim pra nada, por mais que realmente precisasse.

Durante aquela tarde lembrei de todas as pessoas que ficam se lamuriando a toa, me odiando, sentindo vergonha e me incluindo nesse cinema psicológico, afinal, ainda reclamo de algumas coisas que me faltam acontecer.

Acabei dando a caixinha a um carregador de carroça, também no centro da cidade. É raro me sentir bem do jeito que me senti depois daquele ato.


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NOTA: Devido minha falta de inspiração, conforme demonstrado nesses últimos meses, irei postar uns textos que escrevi durante minhas viagens, sejam insólitas, mentais ou físicas, onde os mesmos estão guardados por meio virtual e celulose. Alguns terei que tirar o pó de cima.

18 de jan. de 2009

O ano mal começou...

... e há algo estranho no ar.

Diferente, inexplicável, intangível.

Não sei se é maléfico ou benéfico,

mas há algo estranho no ar.

Dificilmente minha bruxaria erra essas coisas.